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Profissionais da educação da rede estadual da Paraíba paralisam atividades nesta quinta (31)

Publicada em 31/07/25 as 10:32h por Fonte: brasil de fato
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 (Foto: Emerson Ribeiro)

Os trabalhadores e trabalhadoras em educação da Paraíba paralisarão as atividades nesta quinta-feira (31), para denunciar erros nos pagamentos dos professores e professoras da rede estadual de ensino. Até o momento, estão confirmados atos nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Cajazeiras.

Em João Pessoa, a mobilização ocorre em frente Secretaria de Estado da Educação (SEE-PB), no bairro Jaguaribe, a partir das 9h. Na cidade de Campina Grande, o ato acontecerá em frente ao escritório do governo da Paraíba, no bairro Estação Velha, com início às 9h. Já em Cajazeiras, será na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba (Sintep-PB), às 8h.

“Desde de 2022, os professores vêm convivendo com erros constantes. Mas, até o momento, não passavam de 100, 150, no universo de 20 mil professores. No mês passado, tivemos mais de 1,4 mil professores com erros nos pagamentos. Trabalharam o mês inteiro e não receberam corretamente o seu trabalho. Novamente, este mês, nós já estamos fazendo levantamento e temos mais de 400 erros de pagamentos”, relata o professor da rede estadual da Paraíba e diretor do Sintep-PB, Felipe Baunilha.

A principal reivindicação da mobilização, segundo Baunilha, é a correção definitiva dos erros, ou seja, “o pagamento em folha extra desses erros dos salários, para que seja corrigido definitivamente”. Além disso, a categoria cobra, entre outras demandas, o cumprimento integral do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) dos profissionais da educação e a entrega de computadores do Programa Paulo Freire – Conectando Saberes, de 2024.

“São mais de 1,6 mil computadores que ainda não foram entregues para os professores”, pontua Baunilha. Outra demanda é o pagamento do auxílio alimentação para os professores que têm dois vínculos no estado e trabalham três turnos.

“É inadmissível que os professores e professoras sejam penalizados por falhas de um sistema que, comprovadamente, não opera de forma eficiente. Não podemos mais admitir que nossos direitos continuem sendo desrespeitados”, salienta o Sintep-PB, em nota.




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